Obrigado Paul
Estas singelas palavras pretendem expressar um pouco do que foi a sensação de estar presente no show de um músico fantástico, Paul Mccartney, ocorrido no memorável domingo de 7 de novembro de 2010. A pontualidade pode não ter sido britânica – atraso de 9 minutos! – mas isso pouco importou a partir do momento que o astro entrou no palco. O começo foi com 3 músicas dos Wings, com destaque para Jet, em que a plateia que conhecia a carreira solo de Paul foi ao delírio, com a grande vibração que a música passava. Após veio uma dos Beatles, All My Loving e daí sim, quem estava esperando pelos clássicos dos Fab Four pôde extravasar!
Para não ficar comentando música a música, quero escrever sobre coisas, momentos que me chamaram atenção. Um deles – para ser bem clichê – foi a presença de todas as gerações n o show, indicando, por exemplo, para alguns pessimistas como eu, que nem tudo está perdido, já que alguns adolescentes conhecem e apreciam música de verdade, não Restart, Nx Zero e Justin Bieber. Além disso, também curioso é o fato do show contemplar momentos bem distintos, do agito com Helter Skelter, da calma com Blackbird e da emoção com Something, entre outras. Porém, esta música é uma que marcou, pois foi uma homenagem para George Harrison e neste momento pode-se sentir a comoção que tomou conta do público, bem como de mim, que ao ver as fotos dele no telão, ao mesmo tempo ficava triste, mas também queria agradecê-lo pela sua contribuição fantástica para a música. Ah, também não posso esquecer do momento que pode ser considerado como de protesto, no qual a plateia entoava a música Give Peace a Chance e o símbolo Hippie aparecia no telão.
Outros tantos momentos poderiam ser descritos, como a outra homenagem para John Lennon, com a linda música Here Today, assim como outros momentos, como Hey Jude, Let It Be, My Love, Yesterday, entretanto agora quero falar do Paul afora as músicas, como pessoa, que encantava as pessoas com sua personalidade, se esforçando para falar um pouco em português – e até gaudério! -, contagiando também com suas danças, seus peculiares acenos e olhadas e sua entrega ao show. Enfim, não era um daqueles que chega, canta e vai embora, ao contrário, ele se preocupa em interagir com o público e isso é louvável. A banda dele também parece imbuir-se da tarefa e por vezes realizava danças ( muito engraçadas, como a do baterista em Dance Tonight) e performances diferentes.
Poderia escrever muito mais sobre as quase três horas de show, todavia acho que seria cansativo e o meu objetivo é deixar estas palavras registradas para relê-las futuramente e relembrar-me da incrível noite naquele estádio, que torço muito para que saia em DVD! Por fim, só queria dizer que guardei o ingresso junto com uma foto de criança no meu porta-retrato, feliz coincidência, por que naquele dia eu parecia mesmo uma criança encantada com algo novo…
Obrigado Paul, por um dos dias mais marcantes da minha vida e se puder, por favor volte, senão tudo bem, pois vou atrás de outro show teu em algum canto deste mundo!
Aos meus amigos
Bueno, esse é um post que eu pretendia fazer mais adiante, mas a data especial do dia hoje merece muito e ainda que eu já tivesse algo em mente antes, essa postagem vai ser meio que de impulso, não tão organizada como eu pretendia.
Para mim, uma das frases mais impactantes do filme “Na Natureza Selvagem” – o qual indico seriamente para quem não viu – é a seguinte: “A felicidade só é real quando compartilhada.” Perfeito, isso é a pura verdade e também me remete diretamente aos meus amigos. Que graça teria tudo sem eles ao meu lado? Praticamente nenhuma.
Amizade é algo complexo, mas a importância do tema merece que ele seja dissecado – não aqui, obviamente. Existem aqueles que tem milhares de amigos, aqueles que contam com alguns e por aí vai. Eu realmente acho que isso é uma questão de egocentrismo, já que com apenas 2 ou 3 amigos se pode estabelecer uma amizade muito mais forte do que com várias pessoas. É claro que cada caso é um caso, mas posso dizer que não tenho milhares de amigos e nem faço questão disso, os que tenho me proporcionam tamanha alegria que me permite dispensar tantos outros!
Ultimamente esse tem sido um tema que me faz pensar bastante e quando penso nele sinto muita alegria por ter os amigos que tenho ao meu lado. De verdade, pode parecer piegas até, mas de nada adianta todo o resto sem ter os amigos. Até queria escrever mais, mas me faltam palavras para expressar o quanto gosto dessas pessoas tão especiais, as quais, com certeza sabem do tanto que gosto delas e nos momentos que podemos conviver (infelizmente, não são tantos quanto eu gostaria) tenham a certeza de que sempre ficam marcados na minha memória.
Por fim, longe de elencar nomes nessa postagem, pois eu poderia correr o risco de deixar alguém de fora, agradeço aos amigos – os verdadeiros! – da minha infância, da rua que ainda moro, do colégio, da faculdade, do curso técnico e os que conheci na internet. A eles dedico a minha música favorita do último cd do Superguidis, que tanto me faz pensar nessas pessoas tão especiais! Por favor, escutem a música e comentem!
Perto Demais das Capitais
Vocês já pensaram sobre a vida que levam vivendo nas capitais ou em torno delas? Pra não ficar tão abrangente, queria me referir à alimentação numa primeira análise.
A questão da alimentação eu já tinha comentado com alguns amigos uma vez, porém semana passada minha mãe estava com uma amiga lá em casa e elas falavam sobre isso também, no que se refere ao modo como se produzem os alimentos que consumimos, o quanto eles são artificiais e modificados. Ela sempre conta a história dos ovos que ela compra na feira, que são da colônia, com uma coloração bem amarelada o que indica algo mais natural, pois o galo namora a galinha e ela é feliz e produz ovos melhores do que aqueles que se compram no supermercado, produzidos com a galinha enclausurada num lugar onde ela somente come, sem praticamente nenhum espaço para se mexer, naquele objetivo de produção do tipo industrial.
Minha mãe também disse que o gosto dos alimentos é diferente, pegando o mesmo exemplo citado, aquela galinha presa tem mais um objetivo além de produzir ovos, quando ela ficar gorda o suficiente será abatida para ir para o açougue e a galinha da colônia também imagino que o mesmo e assim as carnes terão texturas diferentes, gostos diferentes. Queria destacar que confio no que a minha mãe disse, ela tem uma boa experiência e já morou no interior e hoje mora em poa – ou seja, sabedoria popular tem o seu valor sim!
Enfim, usei esse exemplo mais especifíco da galinha, mas a ideia central acredito que pode ser extendida para quase tudo que compramos e que possui essa produção em larga escala. Pensando em produtos plantados que compramos, na utilização de agrotóxicos, dentre outros. Não é à toa que o mercado considerado natural cresce cada vez mais, mas também lanço outra questão: qual seria o impacto desses novos tipos de alimentos que se produzem nos seres humanos? É inegável que eles alteram nossas características. Possivelmente esses alimentos nos façam um mal que só poderá ser medido daqui um bom tempo, visto que um estudo comparativo do impacto nas gerações demanda bastante tempo.
Como resolver isso eu de fato não sei, visto que é necessária a grande produção para atender aos centros consumidores e a melhor forma para que isso ocorra é a produção industrial em larga escala, o que confere as características já citadas. Assim sendo, cabe a nós avaliarmos isso e tentar consumir ao menos alguns alimentos de origem o mais natural possível, como deve ser uma alimentação mais interiorana, de pequena escala. Eu disse alguns porque quase todos acho muito difícil, pelo preço mais elevado que esses alimentos possuem.
Nossa, já escrevi demais, queria escrever sobre outro aspecto da vida nas capitais, mas fica para uma próxima postagem então.
Hello world! A razão pra criar um blog.
Primeiramente, sejam todos bem-vindos os visitantes do blog. Antes de propriamente postar algo de “conteúdo” gostaria de comentar os motivos que me levaram a criar este blog.
Analisando o que penso ao longo dos tempos, vejo que meus pensamentos, aspirações, gostos e desejos mudam bastante ao longo dos anos. O que penso hoje certamente é bem diferente do que pensava há cinco anos atrás e assim por diante. Entretanto, não tenho registros do se passava na minha cabeça naqueles tempos, apenas vagas lembranças. Ao criar um blog, um dos meus intuitos é registrar o que pensava em determinados momentos para um dia olhar posteriormente e ver o que me interessava. Claro que alguns pensamentos permanecem, outros mudam, são esquecidos, etc. Bem coisa de historiador mesmo isso e sim, como quem estuda história me interessa analisar o passado e nesse caso ele se restringe a mim.
Outro motivo também é o de expressar minhas opiniões, o que penso sobre determinados assuntos, mas também divulgar ou dedicar post a coisas que me interessem, por exemplo cinema, música, política, entre outros.
Um amigo me disse também que o blog exercita e desenvolve nossas habilidades relativas à escrita. Concordo, e como não costumo escrever muito, só algumas provas durante o semestre, essa é outra boa razão para se ter um blog.
Quanto às postagens, eu pretendo postar ao menos uma vez por mês, no mínimo, mas acho que a cada duas semanas ou a cada dez dias também é interessante.
Por fim, só a título de curiosidade, eu pensava em criar o blog já faz algum tempo, mas não sabia que nome dar para ele. Então dei o nome de uma música que gosto muito e que ouvi pela primeira vez no cd Hi-Fi do Nei Lisboa, a faixa doze, uma das minhas preferidas no cd que por sinal vale a pena ser ouvido todo, é muito bom.Um post de um amigo a respeito do cd: http://zilio.wordpress.com/2007/04/29/melhor-album/
E o “título” do blog, se é assim que se diz, é de uma outra música, essa dos Beatles que gosto bastante também.
Era isso então, segue o surungo!
Até a próxima!